quinta-feira, 30 de abril de 2020


O LIVRO DE APOCALIPSE

O livro de Apocalipse dá detalhes adicionais a respeito da preparação para o retorno de Cristo?
 “Revelação de Jesus Cristo, que Deus lhe Deu para mostrar aos Seus servos as coisas que brevemente devem acontecer; e, enviando-as pelo Seu anjo, as notificou a Seu servo João; o qual testificou da palavra de Deus, e do testemunho de Jesus Cristo, de tudo quanto viu. Bem aventurado aquele que lê e bem-aventurados os que ouvem as palavras desta profecia e guardam as coisas que nela estão escritas; porque o tempo está próximo” (Apocalipse 1:1-3).
O livro de Apocalipse é uma história escrita com antecipação. Ele descreve em detalhe os eventos que estão sendo preparados para o retorno de Cristo e em seguida nos diz o que acontecerá depois desse tempo. Não deixe de estudar e ler estas escrituras e as passagens em torno delas na sua Bíblia.
O livro de Apocalipse confirma a seqüência de eventos das profecias de Jesus Cristo?
Leia e estude, cuidadosamente, Apocalipse 6:2-8. Aqui, as mesmas condições que Jesus Cristo descreveu na profecia do Monte das Oliveiras estão presentes em forma de símbolos: os quatros cavaleiros do Apocalipse.
O cavalo branco representa uma potência se apropriando de uma falsa religião. (Algumas pessoas pensam que o ginete desse cavalo é Jesus Cristo, mas ao se comparar com a descrição do retorno de Cristo, em Apocalipse 19:11-16, e a seqüência de eventos dados por Cristo na profecia do Monte das Oliveiras e no livro de Apocalipse, vemos que eles não são os mesmos).
O cavalo vermelho (a cor do fogo e do sangue) e seu ginete representam claramente um conflito armado. O cavalo preto e seu ginete retratam a fome (note o comentário sobre o alto e abusivo custo dos alimentos). O cavalo amarelo, de aparência pálida, representa as epidemias e a doenças que, inevitavelmente, acompanham qualquer guerra e a escassez de alimento.
Como as condições representadas por estes quatro cavaleiros vão impactar a humanidade?
 “E foi-lhe dada autoridade sobre a quarta parte da terra, para matar com a espada, e com a fome, e com a peste, e com as feras da terra” (Apocalipse 6:8).
De acordo com esta profecia, a guerra, a violência, a falta de alimentos e as doenças podem ceifar centenas de milhões de vidas. Esses desastres também vão afetar os animais, que, por sua vez, vão tirar muitas vidas humanas através de predação e por disseminação de doenças.
Como Apocalipse retrata a sequência dos acontecimentos que precederão o retorno de Cristo?
 “Vi na destra do que estava assentado sobre o trono um livro escrito por dentro e por fora, bem selado com sete selos” (Apocalipse 5:1).
O livro de Apocalipse descreve os eventos relatados na profecia do Monte das Oliveiras através de sete “selos”. No tempo do apóstolo João, que escreveu este livro sob a inspiração de Jesus Cristo (Apocalipse 1:1-2), a correspondência oficial era fechada, de costume, com um selo de cera. Para ler o que estava dentro, o selo tinha de ser rompido e o rolo aberto. Foi isso que João presenciou em sua visão.
O que simbolizam esses sete selos?
O capítulo 6 de Apocalipse descreve a abertura dos seis primeiros selos, os quais retratam os rumos desses grandes eventos. Aconselhamos a leitura cuidadosa de todo esse capítulo. Os seis primeiros selos são:
Primeiro selo (versículo 2): engano religioso (comparar Mateus 24:4-5).
Segundo selo (versículos 3-4): guerras (comparar Mateus 24:6-7).
Terceiro selo (versículos 5-6): fome (comparar Mateus 24:7).
Quarto selo (versículos 7 8): doenças (comparar Mateus 24:7).
Quinto selo (versículos 9-11): tribulação e perseguição dos verdadeiros cristãos (comparar Mateus 24:9-13; Lucas 21:12-19).
Sexto selo (versículos 12-14): terremoto e sinais no céu (comparar Mateus 24:7, Lucas 21:11).
O que é diferente acerca do sétimo selo?
“Quando [Cristo] abriu o sétimo selo, fez-se silêncio no céu, quase por meia hora. E vi os sete anjos que estavam em pé diante de Deus, e lhes foram dadas sete trombetas” (Apocalipse 8:1-2).
O sétimo selo é dividido em sete “trombetas”, que revelam outros eventos preparados para o retorno de Jesus Cristo. Esses eventos, que não são descritos na profecia do Monte das Oliveiras, às vezes são referidos como “as pragas das sete trombetas”. O sétimo selo é composto destes acontecimentos. Não deixe de ler os capítulos 8 e 9 de Apocalipse, que descrevem os eventos que vão ocorrer nas seis primeiras trombetas.
A seguir, as pragas das primeiras seis trombetas:
Primeira trombeta (Apocalipse 8:7): a destruição da vegetação terrestre.
Segunda trombeta (versículos 8-9): a devastação dos oceanos e dos mares.
Terceira trombeta (versículos 10-11): a devastação dos rios e poluição da água doce.
Quarta trombeta (versículo 12): o sol, a lua e as estrelas são parcialmente encobertos.
Quinta trombeta (Apocalipse 9:1-11): um poder militar influenciado por satanás.
Sexta trombeta (versículos 13-19): um imenso poder militar adversário.
Qual o resultado das pragas da sexta trombeta?
A sexta trombeta descreve três pragas de fogo, fumaça e enxofre (Apocalipse 9:17).
“Por estas três pragas foi morta a terça parte dos homens… ” (Apocalipse 9:18).
Aqui lemos que outra terça parte dos habitantes da terra morrerão nas mãos de duzentos milhões de homens armados (versículo 16), além daqueles que perderam suas vidas anteriormente. Estas horripilantes profecias nos ajudam a entender como todas as vidas sobre a terra serão ameaçadas de extinção!
Como as pessoas vão reagir a esses eventos? Elas finalmente vão se arrepender de suas iniqüidades e se voltarão para Deus?
“Os outros homens, que não foram mortos por estas pragas, não se arrependeram das obras das suas mãos, para deixarem de adorar aos demônios, e aos ídolos de ouro, de prata, de bronze, de pedra e de madeira, que nem podem ver, nem ouvir, nem andar. Também não se arrependeram dos seus homicídios, nem das suas feitiçarias, nem da sua prostituição, nem dos seus furtos” (Versículos 20-21).
Por mais incrível que possa parecer, mesmo depois de trazer grandes desastres sobre si mesmos e após Deus começar a puni-los por sua rebelião e pecados, os homens ainda continuarão desafiando o seu Criador. E vão persistir na mesma direção que levará a humanidade à beira da extinção.
Que acontecerá quando soar a sétima trombeta?
“E tocou o sétimo anjo a sua trombeta, e houve no céu grandes vozes, que diziam: ‘O Reino do mundo passou a ser de nosso Senhor e do Seu Cristo, e Ele reinará pelos séculos dos séculos’” (Apocalipse 11:15).
“Porque o Senhor Mesmo descerá do céu com grande brado, à voz do arcanjo, ao som da trombeta de Deus, e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro” (1 Tessalonicenses 4:16).
O ressoar da sétima trombeta pronunciará o retorno triunfante de Jesus Cristo à Terra. “O Reino do mundo” passará ao controle de Cristo e o Reino de Deus finalmente é estabelecido na terra! Na mesma hora, “os que morreram em Cristo ressuscitarão”; os servos fiéis de Deus, através da história humana, vão se levantar de suas sepulturas para a vida eterna com Jesus Cristo (1 Coríntios 15:51-53).
Jesus Cristo realmente vai retornar à Terra?
“Naquele dia estarão os Seus pés sobre o Monte das Oliveiras, que está defronte de Jerusalém para o oriente; o Monte das Oliveiras será fendido pelo meio, do oriente para o ocidente e haverá um vale muito grande; e metade do monte se removerá para o norte, e a outra metade dele para o sul” (Zacarias 14:4).
Obviamente, isto descreve um retorno físico e literal de Jesus à Terra. Jesus Cristo retornará ao Monte das Oliveiras, situado ao leste da cidade de Jerusalém. Ao que parece, um imenso terremoto fenderá esse monte ao meio, abrindo um novo vale que vai percorrer Jerusalém de leste a oeste, rumo ao deserto da Judéia.
Por que Jesus Cristo retornará à Terra?
“Perguntou-lhe, pois, Pilatos: ‘Logo Tu és rei?’ Respondeu Jesus: ‘Tu dizes que Eu sou rei. Eu para isso nasci, e para isso vim ao mundo … ’” (João 18:37).
No julgamento de Jesus, antes de Sua crucificação, o governador Romano, Pôncio Pilatos, perguntou-Lhe se era verdade os rumores a respeito de Ele ser um rei. Jesus respondeu que sim, que Ele, na verdade, nasceu para ser rei. No entanto, Ele também disse a Pilatos: “O Meu reino não é deste mundo” (versículo 36). O propósito de Cristo naquela época não era derrubar o governo romano e restaurar o reino de Israel, como as pessoas pensavam que o Messias faria. O reino de Jesus o Reino de Deus só seria estabelecido sobre a terra em um futuro muito distante.
O destino de Jesus foi profetizado a Maria antes de Sua concepção e nascimento?
 “Disse-lhe então o anjo: ‘Não temas, Maria; pois achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um filho, ao qual porás o nome de Jesus. Este será grande e será chamado filho do Altíssimo; o Senhor Deus lhe dará o trono de Davi seu pai; e reinará eternamente sobre a casa de Jacó, e o seu reino não terá fim” (Lucas 1:30-33).
O anjo disse a Maria que o seu filho estava destinado a “reinar sobre a casa de Jacó”–para restaurar as doze tribos da nação Israelita— em um reino que não teria fim.
O reino de Jesus Cristo o Reino de Deus é um reino literal?
“Eu estava olhando nas minhas visões noturnas, e eis que vinha com as nuvens do céu um como Filho de Homem; e dirigiu-se ao Ancião de Dias, e foi apresentado diante Dele. E foi-lhe dado domínio, e glória, e um reino, para que todos os povos, nações e línguas o servissem; o Seu domínio é um domínio eterno, que não passará, e o Seu reino tal, que não será destruído” (Daniel 7:13-14).
Em visão, o profeta Daniel viu Jesus Cristo “como o Filho de Homem” sendo apresentado perante Deus Pai “o Ancião de Dias”. Nesta visão a Cristo foi “dado domínio e glória e um reino” para que todos os povos, nações, e línguas O servissem. Note que Ele reinará sobre os povos e as nações físicas de todas as línguas. Isso descreve claramente um governo literal sobre os seres humanos físicos de carne e sangue.
Ao retornar, qual título Jesus Cristo receberá?
“No manto, sobre a Sua coxa tem escrito o nome: REI DOS REIS E SENHOR DOS SENHORES” (Apocalipse 19:16).
Jesus Cristo estava e está destinado a governar! Seu reino foi predito pelos profetas Hebreus, e revelado a Maria antes de Sua concepção e nascimento, e também confirmado por Ele mesmo. Ele retornará para governar na terra sobre todos os reinos, governos, povos e nações. Ele será a autoridade suprema, o Rei dos Reis e o Senhor dos Senhores sobre toda a Terra!
Apostolo Josué Lopes


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2020


TEOLOGIA DO


Modismo para desvirtuar e corromper a igreja
O risco de permitir ensinamentos que substituem a pregação do Evangelho.

A Igreja tem um papel insubstituível neste mundo, que é o de anunciar o Evangelho e edificar os santos. Mas constantemente modismos e ondas adentram as portas dos templos, corroborando para a desvirtuação dos ensinamentos eclesiásticos e desviando os cristãos do cristianismo bíblico, daquilo que à Escritura apresenta como verdade insubstituível.
Um exemplo destes modismos, é a famigerada “Teologia da Prosperidade”, que popularizou-se nas mais diversas denominações, manchando a reputação até mesmo de igrejas tradicionais, que em muitos casos se deixaram seduzir pelos falsos ensinamentos de riquezas terrenas e barganha com Deus.

Mas algo novo surge por aí e vem se popularizando cada vez mais, tomando os púlpitos em um ritmo acelerado e sendo aceito por todo o tipo de liderança. Falo desta onda da “Teologia do Coaching”, que visa substituir a pregação do Evangelho, das sãs doutrinas de Cristo, por palestras de orientação profissional, motivacional e de auto-ajuda.
Reitero que nada tenho contra coaching ou contra qualquer tipo de orientação, profissional ou motivacional, ainda que tenha algum receio com auto-ajuda – o que não vem ao caso neste artigo. Minha real preocupação é com o uso dos púlpitos, que deveriam servir unicamente para a pregação da Palavra, sendo tomados pela valorização deste tipo de palestra que enaltece competências e habilidades humanas.

Faz-se necessário uma crítica sincera a este modismo. A Igreja jamais deve aceitar a substituição do ensino da Bíblia por qualquer outra coisa. Sei que para muitos isso é ser saudosista, mas para mim trata-se apenas de valorizar a Palavra e o Santo Evangelho. Como disse Lutero: “Minha consciência é escrava da Palavra de Deus”.
É evidente que, como já disse, a Igreja tem o papel de edificação, e isso pode incluir o desenvolvimento pessoal, profissional e social. No entanto, existe lugar e espaço para uso de ferramentas de coaching. Utilizá-las nos cultos, abandonando as mensagens evangelísticas e doutrinárias de seus pastores, no entanto, é o mesmo que substituir a Palavra de Deus.
Pregadores que abandonaram os honrosos títulos eclesiásticos, adotando agora o “coach” e “master coach” como forma de competência para utilizar os púlpitos, com o objetivo de falar de temáticas que nada tem com o cristianismo, são no mínimo neófitos. Para nós, evangélicos, isso representa o abandono da fé.

A Igreja não deve se reunir em seus templos para ouvir palestras de orientação profissional, auto-ajuda ou motivação, mas sim pastores e profetas que tenham a Palavra revelada por Deus. Muitas vezes pessoas repetindo textos de livros de auto-ajuda e recitando frases sem citar o autor tomam os púlpitos com o objetivo de vender a imagem de vencedor para promover o comércio de produtos.
A Palavra de Deus adverte: “Mas, ainda que nós mesmos ou um anjo do céu vos anuncie outro evangelho além do que já vos tenho anunciado, seja anátema” (Gálatas 1:8). O que Paulo está afirmando, é que nada pode substituir os ensinamentos da Palavra de Deus.
Se já não bastasse a série de heresias que temos de enfrentar, ainda precisamos explicar sobre a importância de manter nossos púlpitos focados na Palavra. Todo o nosso esforço pastoral em conduzir aqueles sob nossa responsabilidade através de uma pregação genuína, hoje vem sendo confrontado com técnicas mirabolantes e milagrosas de auto-afirmação.

O pastor da igreja, o anjo que guia o rebanho de Cristo, ele é a autoridade máxima e o maior pregador em nossos púlpitos. Tratando das questões espirituais, nenhum conhecimento acadêmico pode preparar alguém para a excelência do santo ministério. Tão pouco quando esse conhecimento tem a pretensão de substituir a Palavra de Deus.
Que a Igreja possa lembrar-se disso, e os líderes venham a se conscientizar de que a “Teologia do Coching” é apenas um modismo que pouca coisa acrescenta para o crescimento espiritual dos santos. Deus possa nos conduzir através de um caminho de santidade e referência a Sua Palavra.



sexta-feira, 20 de dezembro de 2019


MANIFESTAÇÃO DE REPÚDIO E DE INDIGNAÇÃO
da Missão Evangélica Betel
O Conselho Internacional de Diretores da Missão Evangélica Betel, na pessoa de seu presidente Apóstolo Josué Lopes, vem por meio da presente nota, manifesta seu repúdio e sua indignação ao programa exibido pela Netflix, Especial de Natal Porta dos Fundos. Vivemos em tempos de conscientização sobre a importância do respeito às diferentes formas de expressão das religiões, é inaceitável o filme brasileiro Especial de Natal – Porta dos Fundos – ‘Primeira tentação de Cristo’, onde se vê profundo desrespeito às religiões cristãs (católica e Evangélica). Nossa Constituição Federal em seu artigo 5, inciso VI, deixa claro a proteção e respeito ao Sagrado, de cada religião, protegendo seus locais de culto, bem como suas liturgias. Portanto o que foi veiculado pelo referido filme, profana a religião cristã de forma vergonhosa.
Contagem, 20 de Dezembro de 2019.